Mais memórias. As apresentações.

Chamo-me o nome que me pôs o meu avô, numa manhã de Outono, há mais coisa menos coisa vinte e quatro anos. Chamo-me o nome mais bonito que alguém me podia ter posto. O meu avô. Não há consenso sobre as razões de me chamar como me chamo. Chamo-me um único nome próprio. Duas sílabas bastaram. São sílabas claras e abertas. Gosto do nome que me puseram e estou convencida de que me assenta. Não me reconheceria com outro. Gosto deste.

Apresentações feitas. O blog.
É o segundo. Ao primeiro pus o nome de um sítio de que gostava e para onde corria sempre que podia fazer lá o que fazia no blog. Corria para o blog sempre que não podia fazê-lo nesse sítio. Escrever. Contar as coisas. Coisas muitas e coisas nenhumas.

Durante uma passeata lá para os lados do Alentejo dei de caras com um portão onde estavam inscritas algumas palavras bem encadeadas qual prosa poética. Assaltaram-me o espírito as “memórias que vestirei hoje” e as “memórias ainda por cumprir”. É disto que vai tratar este blog. Das memórias que todos os dias vestimos e das quais nos revestimos. Também daquelas que se hão-de cumprir nos dias demasiado ocupados para se existir.
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