Ontem.

MEC – Público

Nada me assusta mais do que a ideia de te perder, de me perder. Nunca eu sou tu e tu és eu; onde estás eu estou e em todas as coisas me acho disperso; seja o que for que encontres é a mim que encontras e ao encontrares-me encontras-te a ti mesmo fez tanto sentido como agora. O medo agarra-me à cama, à cadeira, ao chão. A cabeça precisa de se esquecer do medo que existe para se ir vivendo dando graças, muitas graças. Nada me assusta mais.